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terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

RETIRO P\ A SANTIDADE









“À medida em que você simplifica sua vida, as leis do Universo serão mais simples; solidão não será solidão, pobreza não será pobreza, nem fraqueza, fraqueza.”    (Henry D. Thoureau)









“Praticar retiro de maneira filosófica é muito diferente de praticá-lo como forma de fuga. No primeiro caso, o homem está lutando para obter domínio mais amplo sobre si mesmo e sobre a vida. No segundo caso, está se tornando um desertor inerte, perdendo o seu controle sobre a vida... A sabedoria exige equilíbrio. O homem moderno, todavia, leva uma vida desequilibrada. Está engajado em incessante atividade, quer de trabalho, quer de prazeres, sem a compensação do repouso silencioso e do recolhimento interior. Sua atividade está correta no seu devido lugar, mas deve ser deixada lá, e não deve invadir esses momentos preciosos em que ele deveria aconselhar-se com seu ser mais elevado. Portanto, a prática periódica de quietude mental é uma necessidade, e não um luxo ou passatempo... Se esses afastamentos ocasionais do mundo lhes são benéficos, se ele sai deles com a vontade mais forte, a mente mais clara e o coração mais calmo, se eles o capacitam a organizar seus pensamentos sobre assuntos mais profundos e a reunir suas forças para a vida mais elevada, seria então tolice interpretar isso como escapismo.”    (Paul Brunton)








“Quanto mais nós estamos em solidão, 
mais estamos perto de todos.”   
(Trigueirinho)












“Sempre que a perfeição e a beleza são manifestadas, há uma demonstração do REINO DO CÉU NA TERRA! Tendes sido advertidos, frequentemente, de que, observando a limpidez e a simplicidade da natureza, podereis achar a sabedoria e a paz que vos permitem evoluir, às vezes com muito mais profundidade do que estudando assuntos e temas complexos, isoladamente. É necessário, em verdade, adquirir conhecimentos, porém, uma pausa no JARDIM DA NATUREZA é um maravilhoso e oportuno impulso de grande eficácia para uma emanação de vida em evolução.”     (Mestre Kuthumi)








“A saga do herói é formada por três fases: um afastamento do mundo, uma penetração em alguma fonte de poder e um retorno que enriquece a vida.”  (Joseph Campbell –Mitólogo)












“Será que podemos compreender as realidades espirituais dos Mestres sem assumirmos disciplinas pessoais ou praticarmos as orientações que vem da Hierarquia Celeste? Como podemos encontrar a nossa "Santidade"? O que seria um "Santo"? O "Santo" sob o ponto de vista etimológico é aquele ser que consegue viver a sua vida interna sem se contaminar com as impurezas da vida mundana. Vive uma vida em separado, na sua consciência, e para manter esta disciplina de distanciamento consciente da vida humana comum, ele assume inúmeras disciplinas que são facilitadoras para a manutenção do seu estado de santidade. Quando estamos muito envolvidos com alguma realidade, temos uma dificuldade inerente a este envolvimento que nos dificulta ver a real natureza desta realidade. Assim como precisamos nos afastar de um edifício de dez andares para vê-lo por inteiro, analogamente, o santo assume um distanciamento saudável da vida para também poder vê-la melhor e por inteiro. O que conhecemos como ‘retiro’ é uma das práticas que fundamentam a experiência da santidade. É através de um retiro consciente, pautado com processos de purificações corporais, que uma alma humana começa a se fortalecer em sua natureza mais íntima. Em sua dinâmica interativa, a conturbada e excitada vida comum lida com inúmeros componentes distorcidos e equivocados que dificultam uma compreensão da vida divina em si. Desta forma, uma alma humana que vai amadurecendo em sua evolução se sente espontaneamente atraída pela prática do retiro. Pois é no retiro que ela vai encontrar a condição de se ordenar e se estruturar para prosseguimento de sua vida.”   (Do livro “COMANDO ESTRELINHA, Temas Transcendentais”, pág 98, Horácio Netho, Ed. Alfabeto, 2012)









"Um santo é um pecador morto, revisto e corrigido."  

(Ambrose Bierce)    










“O retiro é uma prática que está diretamente relacionada com a energia Ying do indivíduo que o desenvolve. É uma atividade pesso­al consciente de diminuir o contato com a experiência externa, a fim de potencializar o contato com a experiência interna. O hemisfério es­querdo cerebral lida com os aspectos da energia já lúcida para o indi­víduo, enquanto que o hemisfério direito cerebral funciona como que um receptor de entrada para energias que ainda se encontram ocultas para o ser. A energia Ying reflete a necessidade da não-ação, de onde deveriam partir todas as nossas ações. Porém, o que percebemos é uma geração contínua de ações e reações condicionadas, pouco conscientes e sustentadas pela energia externa (Yang), sem intervalos apropriados para um recolhimento necessário na polaridade interna. O retiro, en­tão, apresenta-se como uma prática imprescindível para os peregrinos da senda espiritual, já que se torna uma atividade consciente, onde o ser oferece um espaço-tempo de sua vida em direção às ordens ocultas que necessitam vir à tona a fim de serem potencializadas [...] Eminentemente, um retiro é uma prática gerenciada por consci­ências acima do ego, pois aqueles que o buscam são seres que já desper­taram para um sentido interno mais forte, por onde a alma e o espírito se comunicam. Tais seres já pressentem o valor da realidade do mundo além das formas, das palavras e dos conteúdos, via na qual transitam as suas próprias consciências superiores. Buscam o retiro como uma disciplina necessária para iniciar, ajustar ou potencializar este contato superior, também demonstrando o interesse pela ascese espiritual [...] Um retiro verdadeiro deve ter caráter transcendental, ou seja, deve intencionar retirar a consciência do praticante do ponto em que se encontra e, ganha características individuais de acordo com as neces­sidades ocasionais que estejam pré-dispostas para cada ser. Não há um espaço-tempo definido e inflexível para a realização de um retiro. O que deve haver é uma entrega sincera e desapegada para o que pode se desencadear com a experiência. O espaço-tempo que rege a experiência de um retiro pode durar átimos de segundo, como no caso de seres cósmicos despertos, que por um ato de vontade podem recolher suas consciências terrenas e, como um raio, automaticamente conectar-se com suas consciências extraplanetárias, buscando um veio de Luz superior que os posicione harmonicamente para o contexto estabelecido na dimensão em que se encontre na Terra. De outra forma, um retiro pode necessitar de um ciclo do espaço-tempo terreno de três dias, sete dias ou vinte e um dias, de acordo com os chamados internos de seus praticantes. Portanto, tenhamos cla­ro que um retiro não deve seguir regras inflexíveis e, oportunamente, deve ocorrer como uma prática disciplinar diferenciada para cada nível de consciência.”    (Do livro “VIA CORAÇÃO, caminhos da transformação”, págs 240 a 242, HorácioNetho, Ed. Alfabeto, 2011)







“Por mais que amemos nossos entes queridos, acontece às vezes, durante suas ausências, uma inexplicável paz.”    (Anne Shaw)
  







“Todo processo de burilamento interno leva a um isolamento e avaliação interna dos valores da nossa vida e como nos comportamos frente aos mesmos. Isso leva a um grande impasse que muitas vezes nos coloca de frente ao medo de mudar a nossa forma de ser, a nossa forma de relacionar-nos com o Universo que nos rodeia e de aceitar novos paradigmas de conduta e de comunicação com aquilo que antes considerávamos inútil ou inadequado para nossa estrutura mental ou emocional.” (Extraído da Apostila: “CURA QUÂNTICA III”, pág 116, Autor: Rodrigo Romo, 2003)


















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