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segunda-feira, 14 de março de 2016

ANTUAKH e ST. GERMAIN










Não obstante a notoriedade das personalidades assumidas pelo Conde (São José, Francis Bacon, Cristovão Colombo, etc.), foi como Conde de Saint. Germain que este Espírito peregrino tornou-se mais famoso e lendário. Após sua última morte oficial, no Castelo de Eckernförde, em 1784, aquele Espírito teria alcançado, enfim, a condição de Cohan, Guardião da Chama Violeta, Mestre Ascensionado da verdadeira, invisível e espiritual Grande Fraternidade Branca.”








"O Conde de Saint Germain foi uma das figuras mais misteriosas do século XVIII. Tido como místico, alquimista, ourives, lapidador de diamantes, cortesão, aventureiro, cientista, músico e compositor [...]  O fato de nunca ter revelado sua verdadeira identidade levou a muitas especulações a respeito de sua origem. Uma das mais plausíveis aponta que o conde seria filho de Francis II Rákóczi, o príncipe da Transilvânia que, na época, estava exilado, ou que seria filho ilegítimo de Marie-Ann de Neubourg, viúva de Carlos II da Espanha, com um certo Conde Adanero, que ela conhecera em Bayonne, no sudoeste da França [...] Um piloto americano, após falha mecânica em sua aeronave em 1932, fez um pouso forçado em uma das montanhas isoladas do Tibete e entre os monges que o trataram, relatou que havia um homem estranho que teria dito: - Eu sou o Conde de St. Germain, e em breve voltarei para a França [...] Vários relatos afirmam ter o Conde uma imagem imutável, pois sempre aparentava ter por volta de 45 anos [...] Homem de personalidade hipnótica, frequentava a corte ocasionalmente e se tornava o centro das atenções em qualquer reunião mas, estranhamente, nunca ninguém o viu comer ou beber o que quer que seja publicamente. A origem de sua renda também é um enigma, pois era um homem rico, detentor de várias pedras preciosas, incluindo diamantes, que gostava de presentear, uma opala, de tamanho monstruoso, e uma safira branca, tão grande quanto um ovo, e de fartura em ouro, sem que se soubesse de onde procediam [...] 'Um homem que sabe tudo e que nunca morre' , disse Voltaire a respeito do Conde de St. Germain. Assim era visto o Conde na época, já que frustrara várias tentativas, por parte de inúmeras pessoas, em desvendar os verdadeiros fatos sobre a sua origem [...] Hoje em dia, segundo estes místicos, seria um dos Chohans dos Sete Raios. Os Chohans, Senhores, Diretores ou Mestres dos Sete Raios relacionados com a evolução no plano físico cósmico, trabalham em plena harmonia entre si para executarem o Plano Divino. Para alguns, Saint Germain é o 'Mestre Ascenso do Sétimo Raio', que emana a chama violeta, e que seria a mais poderosa força espiritual atualmente presente no planeta, uma energia de desobstrução, um fogo sagrado e luz de intenso brilho que produz a queima dos carmas. Atualmente estaríamos entrando na sétima era, a Era de Aquarius. Saint Germain seria o Senhor, Mestre e Chohan (Regente) do Sétimo Raio de Luz Cósmica, que é o raio violeta da purificação, transformação e liberdade, que atua de forma dinâmica através de sua manifestação como chama.” (Em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Conde_de_St._Germain)










“Essa consciência que nós chamamos hoje de Saint. Germain, isto é uma das manifestações desta consciência. Esta consciência manifestada em outras épocas, foi quem descobriu a pólvora. Bem como esta consciência, também manifestada antes em uma outra encarnação, fundou a ‘Ordem Rosa Cruz’.  Como esta consciência reencarnou em um outro que teria escrito as peças de Shakespeare. Não se pode dizer que tudo isto seja Saint. Germain, porque Saint. Germain foi a última vez que ele tomou um corpo físico aqui na Terra. Agora, esta última vez que ele foi visível em corpo físico, ele teve uma História muito estranha porque ele não era mais um ser que estava reencarnando. Então, enquanto ele reencarnava, ele foi vários personagens muito conhecidos Historicamente, como por exemplo, imperadores na Ásia, como o profeta Samuel, como São José (o pai de Jesus), como Santo Albano, como Roger Bacon, como Christian Rosenkreuz, como Francis Bacon, etc. E cada um desses foram personagens Históricos, representaram muitas coisas para a História do Mundo, mas quando surgiu Saint. Germain, esta consciência já estava fora da ‘RODA das ENCARNAÇÕES’. E assim, embora ele fosse muito conhecido, embora ele fosse visto e encontrado durante mais de cem anos, sempre com a mesma idade, sempre com a mesma fisionomia encarnado, ninguém sabia de quem ele era filho. Ninguém sabia como é que ele apareceu. Constava que ele era um judeu alemão, só isto, ninguém sabe mais nada. E também não se sabe se era isto, mas constava. Durante mais de um século, este personagem surgia fisicamente em vários lugares, tanto assim que durante mais de um século, ele teve vários nomes porque ninguém sabia muito bem o que ele era. Então, num país ele tinha o nome de um príncipe, num outro país ele tinha um outro nome, e na França chamavam de Saint. Germain. Agora, a origem deste nome é porque, a uma certa altura, ele comprou uma grande propriedade chamada ‘Saint. Germano’, na Itália. E comprou do Papa o título de ‘Conde’, porque naquele tempo era o Papa que vendia estes títulos. Então, ele comprou o título de ‘Conde’. Como é que ele comprou? Também ninguém sabe, porque ele tinha a possibilidade de materializar ouro e de materializar diamantes [...] Nunca ninguém viu Saint. Germain beber nem comer. Saint. Germain não aceitava de ninguém nem um copo d’água. Ele falava inglês, italiano, francês, espanhol, português, alemão, russo, sueco, dinamarquês, todas as línguas eslavas e falava a língua oriental que ele quisesse. Todas essas línguas eram faladas com a mesma perfeição da língua de onde oficialmente ele tinha surgido. Nunca Saint. Germain recebeu dinheiro para nada. Então, Saint. Germain fazia qualquer trabalho sem nunca ter recebido dinheiro. E presenteava aos seus amigos jóias que até as famílias reais usavam, e que ninguém sabia de onde ele tinha tirado. Jóias famosíssimas que ele criava. Ele tocava todos os instrumentos musicais, qualquer instrumento que ele pegasse ele tocava. As pessoas que o observavam diziam que, quando ele entrava em êxtase, ele só voltava trinta ou quarenta horas depois. Ficava em êxtase até mais de quarenta horas. E nesses êxtases, parece que era lá onde ele ia “saber as coisas”. Então, cada vez que ele voltava desses êxtases, ele estava com mais conhecimento ou sabendo melhor como lidar com as coisas que estava tratando. Se ele lia uma folha de papel toda escrita, depois de muitos dias, ele repetia tudo o que leu sem falhar uma palavra, reproduzia aquilo de memória. Escrevia com ambas as mãos. Enquanto que com uma mão ele escrevia uma poesia, com a outra mão ele redigia documentos, ele redigia outras coisas. Quando lhe traziam uma carta, ele não precisava abrir a carta, ele sabia tudo que estava na carta com ela fechada. [...] Então, as tarefas que Saint Germain desempenhou, nesta última aparição dele física, foram muitas. Ele tinha muitas tarefas perante a Hierarquia etc. Mas pra nós, deixou esta mensagem: ‘Vejam aonde vocês podem chegar’ [...] Agora, a História da pólvora foi um dos feitos desta consciência, só que não era Saint. Germain. Estava encarnado em Roger Bacon, que era um Frade Franciscano adepto da ‘alquimia e artes mágicas’ [...] Quando Roger Bacon desencarnou e reencarnou, aí veio como este Christian Rosenkreuz e este foi terrível. Terrível no sentido de fundar uma ‘Ordem Rosa Cruz’ que deu muita dor de cabeça pra Igreja, deu muita dor de cabeça pra tudo que existia de estabilizado na época, pra tudo que existia de cristalizado. Mais ou menos em mil e quatrocentos, dava-se o nome o ‘rosacruzes’ a todos aqueles que eram discípulos deste Christian Rosenkreuz. E isto tornou-se então, naquela época, um Ordem de estudantes místicos. Era secreta, era muito difícil ver os limites entre esta Ordem dos estudantes, esta Ordem Rosa Cruz e a Maçonaria [...] Na atualidade, esta consciência não se exprime mais fisicamente. Então, com a materialização deste homem que na França chamaram de Saint. Germain, com esta materialização, a partir daí ele deixou de se exprimir fisicamente. E hoje, trabalha fora do corpo físico como consciência com energias cósmicas. Toda esta fase terrestre desta consciência terminou, embora haja uma grande influência de Saint. Germain sobre a Terra, aqui não mais com o nome de Saint. Germain. Hoje nós o chamamos de ANTUAKH [...] Enquanto nas suas aparições nesta Terra em diferentes encarnações, ele sempre vivia entre governantes, entre políticos, entre aristocratas, reis, etc. ANTUAKH já não tem mais essas coligações. As coligações de ANTUAKH são, atualmente, com as entidades extraplanetárias. E essas entidades extraplanetárias e o próprio ANTUAKH têm contatos com alguns seres encarnados, mas que se mantêm todos incógnitos [...] A Terra está em transição, existe uma transição mais ou menos pacífica, mas existe também uma transição que inclui certos fenômenos, certos acontecimentos físicos mesmos. ANTUAKH está com este grupo de entidades extraplanetárias favorecendo para que esta transição se dê o mais harmoniosamente possível [...] Esta consciência, hoje, ANTUAKH não toma mais a forma humana como o fez como Saint. Germain. Uma forma que ele pode tomar em momentos especiais, em momentos que tem que contatar mais de perto os planos etéricos, é em forma de luzes no céu. Então, num momento especial, pra efeito de magnetizar de uma forma especial o planeta ou áreas do planeta, então pode haver uma luz no céu que nós podemos até confundir com uma nave, ou podemos confundir com uma estrela, e aquilo pode ser uma manifestação mais material possível de ANTUAKH.”    (Trigueirinho)
                                                       
                                  
OBS:  ANTUAKH tem sido um dos mentores contatados principais de Trigueirinho, na sua missão de liderar o Centro Espiritual de Figueira (Carmo da Cachoeira – MG\BR), como uma extensão material do Centro Intraterreno de Mirna Jad.




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ANTUAKH, SAINT GERMAIN e SÃO JOSÉ 
(TRIGUEIRINHO)



“Saint Germain conseguiu uma dispensação com os Senhores do Carma para voltar à Terra fisicamente depois de sua Ascensão. Assim, no século XVIII e XIX ele surgiu nas cortes européias como o Conde de Saint Germain. Na verdade, ninguém sabe onde ele apareceu pela primeira vez, mesmo que a maioria das histórias datem de 1690. A primeira aparição conhecida e proeminente do conde de Saint Germain à sociedade Européia aconteceu em 1742. Apareceu como quem tinha passado os últimos cinco anos junto à corte da soberania Persa, onde dizia ter aprendido o oficio de joalheiro. Distraia a realeza européia e os ricos com seu vasto conhecimento de ciências e história, habilidade musical, muito charme e grande perspicácia. Ele era capaz de corrigir defeitos em diamantes, desaparecer no ar, escrever a mesma poesia simultaneamente com as duas mãos, falava muitas línguas fluentemente, entendia sobre qualquer assunto, e narrava acontecimentos históricos como se tivesse sido uma testemunha ocular. Saint Germain viajou extensamente através da Europa por pelo menos mais 40 anos, e em todos aqueles anos nunca parecia ter envelhecido. Ele tocava violino como ninguém e era um pintor talentoso. Ele sempre parecia ter grande fortuna, mas ninguém sabia de nenhum banco que tivesse qualquer conta sua. Se sua fortuna baseava-se em sua habilidade de transformar metais em ouro, ele nunca o fez em frente a observadores. Ele participava de muitos jantares com amigos, por que gostava da companhia deles, porém, raramente era visto comendo algum alimento em público. Conta-se que ele sobrevivia de uma dieta de aveia e vegetais. Ele sempre foi ligado a sociedades secretas incluindo os Rosacruzes, Mansões Livres, Sociedade dos Irmãos Asiáticos, Os Cavaleiros da Luz, A Iluminação e a Ordem dos Templários, entre outras. Hoje, Saint Germain atua no plano etéreo da Terra, servindo na Grande Fraternidade Branca como o Chohan do sétimo raio. Um Chohan de um raio, é aquele que focaliza a consciência Cristica daquele raio para a humanidade ainda não ascensa. Para ocupar a importante função de Chohan de um dos raios de Deus para a humanidade, é necessário cumprir com louvor as leis daquele raio durante numerosas encarnações, e ter passado por testes e iniciações antes e até mesmo depois da Ascensão.” (Extraído em: http://www.grandefraternidadebranca.com.br/mestre_saint_germain.htm)







“Neste ‘Mundo Celestial’, por exemplo, sabe-se que ANTUAKH (Saint. Germain, Proclos, Cristóvão Colombo, José, etc.) está instruindo alguns espíritos nobres a se relacionarem conscientemente com os elementais da Terra. Em breve, alguns seres de grande pureza e sabedoria estarão usufruindo do GNA e dos cinco raios imateriais superiores demonstrando os potenciais latentes que já estão se tornando disponíveis para as novas experiências do Reino Humano para este planeta. Assim como os Avatares Yogananda e Sathya Sai Baba demonstraram relações íntimas com o clima da Terra, por exemplo, está previsto que alguns novos seres manifestem estes dons que devem auxiliar a consciência coletiva da entidade que rege a humanidade a ter uma interação mais próxima e harmoniosa com os outros Reinos paralelos.”  (Do livro “COMANDO ESTRELINHA, Temas Transcendentais”, pág 49, Horácio Netho, Ed. Alfabeto, 2012)













"... todos os dias 19, Antuakh, esta Hierarquia de Andrômeda tem se apresentado para nós nas vestes de São José, que foi uma de suas passagens sobre a Terra, e tem transmitido uma mensagem. Isso nós já conhecemos. Esta mensagem foi durante uma reunião do monastério, então estamos compartilhando neste final de semana que é um encontro com a energia monástica. E foi um encontro quando alguns irmãos estavam se consagrando na Ordem Graça e Misericórdia. Então, foi algo que foi transmitido por Antuakh, num momento em que nós humanos estávamos fazendo um movimento de nos consagrar. Sabemos que quando nos voltamos para o alto e para o universo, o universo responde. Então, os irmãos estavam se consagrando na Ordem Graça e Misericórdia, Antuakh que está sempre presente se fez notar e transmitiu uma mensagem muita instrutiva. O processo se deu da seguinte maneira. O grupo do monastério estava reunido entoando os mantras que utilizamos no monastério, estávamos fazendo as orações e reunidos diante do quadro do Cristo Misericordioso. Quando o grupo estava entoando 'ELOHIM', que é um mantra que conhecemos, atrás do quadro do Cristo se abriu um portal dimensional. Era algo que estava sendo visto por aquelas pessoas que podiam ver nos outros planos. E, deste portal, surgiu um ser alto, esguio com uma túnica de cor azul índigo intenso. E sobre a região do seu centro cardíaco, este ser trazia uma estrela de seis pontas também de cor azul. Sabemos que a estrela de seis pontas é o símbolo da Confederação de Mundos Evoluídos da nossa galáxia..." (Da Palestra "Antuakh: Reino de Mirna Jad", Autor: Frei Artur)







Conversas Especiais    
Antuakh: O Reino de Mirna Jad
A Instrução Interna e Reflexões s\ Sta. Teresa e o Conde St. Germain


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