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segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

SHAMBALLA e IBEZ




SHAMBALLA Foi o mais potente centro planetário ativo no ciclo encerrado em 08\08\88. Nos níveis internos, conduziu a vida nas fases finais de sua trajetória descendente de penetração na matéria, e na fase intermediária de reversão e densificação. Caracterizou-se pela expressão da polaridade masculina da energia logóica, o que foi essencial para levar adiante adequadamente as realizações das etapas anteriores da Terra e nela imprimir a sua vibração. Segundo a tradição ocultista, Shamballa – a Cidade Sagrada, surgiu quando os governantes dos povos eram encarnações de Entidades elevadas. Era indestrutível, imperecível e imune ao correr do tempo e à degradação das formas. Existente nos planos internos suprafísicos, podia plasmar-se e materializar-se nos externos.  Sua formação contou com estímulos de Vênus, cuja influência foi determinante para certos avanços da Terra. A ativação de Shamballa como centro regente do planeta, em passado remoto, correspondeu à abertura de um ciclo em que o desenvolvimento mental seria estimulado no reino humano. Indivíduos agora capazes de perceber e contatar conscientemente o próprio universo interior e civilizações suprafísicas foram preparados para isso por Shamballa. A atividade de Shamballa principiou em meados do período lemuriano e estendeu-se até antes da atual transição da Terra, compreendendo as últimas sub-raças da Raca lemuriana, a Raça atlante como um todo e a Raça ária até a presente sub-raça (quinta), quando então entrou em recolhimento. Seu trabalho foi apresentado com clareza na obra de Alice A. Bailey e encontra-se impregnado nos ensinamentos espirituais e esotéricos hoje disponíveis ao homem. Nesta época, Miz Tli Tlan é que cumpre a função de centro regente do planeta. (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994)







SHAMBHALA, ERKS, ÓRION,
PORTAIS, INTRATERRENOS, etc.
(RICARDO GONZÁLEZ)




“No budismo tibetano, Shambhala é um reino mítico oculto algures na cordilheira do Himalaia ou na Ásia central, próximo da Sibéria. É mencionado no Kalachakra Tantra e nos textos da cultura Zhang Zhung, que antecedeu o Budismo no Tibete ocidental. A religião Bön o chama de Olmolungring. Shambhala significa em sânscrito ‘um lugar de paz, felicidade, tranqüilidade’, e acredita-se que seus habitantes sejam todos iluminados. A linha Tantra afirma que um dos reis de Shambhala, Suchandra, recebeu de Buda o Kalachakra Tantra, e que este ensinamento é lá preservado. Shambhala também é associada ao império histórico Sriwijaya, onde o mestre Atisha estudou sob Dharmakirti e recebeu a iniciação Kalachakra. Também é considerada a capital do Reino de Agartha, constituído, segundo as cosmologias do taoismo, hinduismo e budismo, por oito cidades etéricas. Entre os hinduístas o nome é mencionado nos Puranas como sendo o lugar de onde surgirá o Avatar Kalki, que libertará a Terra das forças disruptivas e restabelecerá a Lei Divina. Como outros conceitos religiosos, Shambhala possui um significado oculto e um manifesto. A forma manifesta tem Shambhala como um local físico, embora só podendo ser penetrado por indivíduos cujo bom karma o permite. Estaria em algum ponto do deserto de Gobi, ladeada pela China a leste, Sibéira ao norte, Tibete e Índia ao sul, Khotan a oeste. A interpretação oculta diz que não é um lugar terreno, mas sim interior, comparável à Terra Pura do Budismo, de caráter mental e moral, ou a um estado de iluminação a que toda pessoa pode aspirar e alcançar. Segundo os ensinamentos escritos e orais do Kalachakra, transmitidos ao explorador Andrew Tomas por Khamtul Jhamyang Thondup, do Conselho de Assuntos Religiosos e Culturais do Dalai Lama (em exílio na Índia desde a ocupação chinesa comunista de 1950 no Tibete), a aparência de Shambhala variaria segundo a natureza espiritual do observador: ‘por exemplo, certa ribeira, pura e simplesmente a mesma, pode ser vista pelos deuses como um rio de néctar, como um rio de água pelos homens, como uma mistura de pus e sangue pelos fantasmas esfomeados, e por outras criaturas como um elemento no qual se vive.' A ideia de uma terra de iluminados exerceu atração no ocidente desde sua difusão inicial no século XVII a partir de fragmentos do Budismo tibetano que conseguiram, através de exploradores e missionários, ultrapassar as usualmente fechadas fronteiras tibetanas, e da Teosofia, propagada pioneiramente por Helena Petrovna Blavatsky no século XIX. No final do século Shambhala foi mencionada por Helena Petrovna Blavatsky em seus livros, e desde então se tornou um nome familiar no ocidente, disseminando-se entre os cultos esotéricos e estimulando expedições em tentativas de localização - Nicholas Roerich (1926), Yakov Blumkin (1928), Heinrich Himmler e Rudolf Hess (1930, 1934-35, 1938-39). Shambhala foi mencionada diversas vezes por Blavatsky, que alegava estar em contato com alguns de seus habitantes, todos pertencentes à Grande Fraternidade Branca. Segundo a Teosofia, Shambhala é tanto um lugar físico como um espiritual. Teria sido antigamente uma ilha quando a Ásia central ainda era um mar, há milhões de anos, a chamada Ilha Branca, ou Ilha Sagrada, e teria sido ali que os Senhores da Chama, os progenitores espirituais da raça humana, liderados por Sanat Kumara, teriam chegado e se estabelecido, vindos de Vênus. Escolas derivadas da Teosofia fazem menções ainda mais frequentes ao lugar, enfatizando sua natureza espiritual e localizando-a invisivelmente no plano etérico ou astral.”   (Extraído em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Shambhala)







ALIANÇA EXTRATERRESTRE
p\ AUXILIAR a TERRA - SHAMBALLA e VÊNUS
(ANNE GIVAUDAN)







“... a Hierarquia Universal através da Confederação Interga­láctica e, na Terra, através da Fraternidade Branca e de uma rede de serviços que inclui as atividades de sete Centros Intraterrenos, além de outras bases avançadas de ações, cumpre o seu papel de atualizadora constante das Ordens da Fonte. Os setes Centros Intraterrenos ativos já revelados para a Terra são: Anu Tea (Mediterrâneo), Aurora (Salto-Uru­guai), Erks (Córdoba-Argentina), Iberah (Viedma-Argentina), Lis (Península Ibérica), Miz Tli Tlan (Andes peruanos) e Mirna Jad (Brasil - Figueira) [...] Esta trindade hierárquica superior atualizada (Senhor do Mundo, Instrutor do Mundo e Mãe do Mundo), auxiliará o planeta a cumprir o seu destino cósmico de fortalecer-se em Amor Sabedoria e unir-se às leis da Confederação Intergaláctica, emanada mais potencialmente do Centro Intraterreno de Miz Tli Tlan, foco central de acolhimento e dispensação das Ordens Superiores da Fonte para a Terra.”     (Do livro “VIA CORAÇÃO, caminhos da transformação”, págs 261, 262 e 265, Horácio Netho, Ed.Alfabeto, 2011)













IBEZ Prolongamento do centro intraterreno Iberah. Manifestou-se na superfície da Terra em tempos pretéritos, quando civilizações foram criadas por consciências provindas, em sua maioria, de outros pontos do sistema solar e, algumas, do próprio Sol. Por possuírem elementos resistentes à mutabilidade dos ciclos terrestres, os templos e obras daquele período subsistiram, e as pessoas sensíveis às ações sutis podem percebê-los hoje no éter planetário. O fogo interior do Templo de Ibez ainda arde no plano etérico da América do Sul, onde prepara Raças futuras. Por meio de Ibez, uma ponte entre universos materiais e imateriais pôde consolidar-se no planeta. Ibez e Iberah são diferentes aspectos de um mesmo centro. Iberah lida com a matéria primordial; Ibez da com a matéria já elaborada e estrutura-a para receber o espírito. Iberah guarda a original; Ibez, os moldes. Iberah capta de modo especial as energias provenientes do Mercúrio, e o metal que lhe é associado é também o mercúrio, sopro vital que amalgama preenche os interstícios da matéria. Já Ibez tem maior sintonia com o planeta Júpiter. Conforme a tradição alquímica, a Júpiter corresponde o estanho, metal capaz de purificar o chumbo. Reunindo as qualidades transformadoras do mercúrio e do estanho Ibez-Iberah constitui potente vórtice dinamizador de metamorfoses que levarão a vida terrestre liberdade e harmonia.  (Do livro “Glossário Esotérico”, Trigueirinho, Ed. Pensamento, 1994)